quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Algumas perguntas

Primeiramente quero dizer que não irei formular perguntas e criar uma bela resposta para estas. Prefiro fazer um discurso corrido de tudo que absorvi ou internalizei, durante esse semestre, principalmente na disciplina de Psicologia Social II, na qual o professor faz várias indagações dos assuntos/conteúdos apresentados, que nos faz refletir sobre.

No começo, nos fez permitir a pensar sobre a sociedade em si, ou seja, nos primórdios de uma sociedade, comunidade, relações, grupos, o papel da psicologia para a sociedade. Mas no decorrer da disciplina, o que mais me chamou a atenção foi quando, o assunto a ser discutido, foi sobre felicidade. E me perguntei: porque o nome “felicidade” me chamou tanta atenção? Pensando eu, que o texto que teríamos que ler, seria tipo um de auto-ajuda, mas não, me surpreendi ao ler os textos, pois nos mostra que cada vez mais a sociedade quer viver no ápice da felicidade, comprando coisas para se satisfazerem, comprando remédios que trazem alívios para as dores, para problemas psicológicos, como a depressão, onde atualmente é umas das palavras mais faladas, pois se em um momento você fica triste, dizem que você ou até você mesmo, diz estar depressivo. Então você pode se perguntar: é só com essas pílulas, chamadas “pílulas da felicidade”, que você vai se sentir feliz? E o que essa pílula vai trazer para a condição humana? Faça essas perguntas a você mesmo e reflita, vale à pena. Eu me perguntei e cheguei a conclusão, que quando mais nova, tinha que gastar, para satisfazer algo em mim que eu não sabia nem que sentimento era esse. E fui vendo que essas satisfações eram momentâneas, que eu me satisfazia naquele momento de comprar ou gastar. A mídia de certa forma influencia muito, nessa pulsão de morte (psicanálise), na qual faz parte da nossa vida. 
Mas hoje nada disso me satisfaz tanto quanto antes, pois percebi que, o que me faz feliz é estar reunida com minha família no final de semana no sítio do vovô, conversando besteiras, saindo um pouco da formalidade do dia-a-dia, ter o que ocupar a mente como meus estudos e meu trabalho, dar um super abraço no papai e na mamãe, é poder sair à noite para se encontrar com bons e velhos amigos, tomar um sorvete, escutar uma boa música, ler um livro que me agrada, ir ao cinema, é ter um amigo que leve você para passear, ver o mar, ver o pôr do sol e sentir a área da praia nos pés, sentir a maresia, andar de patins à beira-mar, ir a missa, andar de bicicleta, praticar um esporte, e principalmente ver sorrisos todos os dias, isso sim é felicidade pra mim.
Esses dias abri minha caixa de email, e recebi uma ótima mensagem, na qual li e avaliei cada palavra que ela estava querendo passar, de certa forma acho que condiz colocar aqui, pois tem haver com o que estou querendo passar. Segundo o autor, Dr. Dráuzio Varela, que diz:

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer - "Tome decisão"

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de
mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia
negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando
toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com
muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os
que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é
sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer - "Confie"

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não
há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em
Deus.

Se não quiser adoecer - "Não viva SEMPRE triste!"

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

"O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.

            Concluindo, o que desenvolvi a cima, é que a tristeza existe, é claro, mas procure estar perto e alcançar o que faz você feliz, descubra a felicidade que existe dentro de você, e sem precisar tomar pílulas de tal felicidade, porque essas sim são momentâneas, mas a sua não. E com os temas abordados nessa disciplina, me fez ver algumas coisas que antes eu sabia que existia, mas não experenciei, e a partir do momento que coloquei em prática, percebi o quanto podemos ser felizes com coisas simples.

RENATA IOLANDA 

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