(texto 16)
Disserte sobre a existência humana na “Sociedade do Espetáculo”.
Na “Sociedade do Espetáculo”, o homem busca, cada vez mais, ser visto e percebido pelos outros, como uma forma de afirmar sua existência. Em uma sociedade em que o pensamento não é tão valorizado, as introspecções tendem a existir cada vez menos... Então, se o homem não pensa sobre si, ele precisa aparecer para que “exista”. O homem procura mostrar-se, porém, muitas vezes, nem se conhece, de fato. Isso porque seus “gostos” estão sendo, o tempo todo, controlados por meios como a televisão. Procuramos manter uma boa imagem e expandir essa imagem, como uma tentativa de autoafirmação. Porém, essa imagem pode ser apenas um reflexo, que reafirma e mantém todo um sistema (e não, a nós).
(texto 15)
Comente: “Eu tenho o meu jornal na Rede e o torno público porque, precisamente, não tenho nada a dizer” (Steven Rubio – Blogueiro).
É interessante o fato de que as pessoas, muitas vezes, realmente não têm nada a dizer, mas... dizem mesmo assim. Precisam, de alguma forma, se expor. Com tanta necessidade de exposição, é como se o privado fosse menos importante que o público. Assim, o privado vai se tornando distante e pouco explorado. E as pessoas desconhecem-se cada vez mais, tendo, cada vez menos, algo a dizer. Mas é preciso atingir e satisfazer um público.
(texto 13)
Comente o pensamento de Brun a respeito do que ele denomina “dionisismo pós-moderno”. Segundo o autor, o homem procura o prazer de forma exagerada apenas como um disfarce, porque o que ele quer, na verdade, é libertar-se da subjetividade. A pílula da felicidade seria bem vinda, então, no caso, visto que é outro meio de libertar o homem do peso de sua condição.
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Sobre a disciplina: Há uns dias, brinquei dizendo que meu objetivo para essa disciplina era que ela salvasse meu semestre. Em partes, isso é verdade. Comecei esse semestre muito, muito desestimulada. Logo nas primeiras aulas de Social II, isso foi começando a mudar. Esse semestre foi o primeiro de todos que eu tinha dias sem AB. Segunda e quarta, a aula começava no CD. Então... terça e quinta, teria a aula de social. Eu acordava, já desacostumada a acordar cedo (já que no dia anterior eu acordava tarde) e, morrendo de sono, ia pra aula. Quando chegava lá, esquecia completamente do sono. E, logo no AB, eu já percebia que o dia tinha valido a pena. :D E era daí que vinha grande parte da força p/ o resto das disciplinas (apesar de elas também terem sido boas). A aula de Social II sempre me proporcionou um ambiente em que eu me sentia muito bem, e eu sempre saía de lá com algum questionamento. Muitos deles, sem respostas. Sim, queimei muitos neurônios. Como algumas pessoas já postaram, essa disciplina, de fato, fez com que pensássemos. No conteúdo (psicologia), na vida e, até mesmo, nos métodos de aula (uma meta-disciplina). Enfim, realmente me fez crescer. Agradeço a toda a turma e ao Márcio, professoa (professor+pessoa) que tanto admiro.
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